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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mergulho SHOW!!! no dia 04/12/2011

Estou postando o link do vídeo que fiz no último mergulho, dia 04/12/2011. O mergulho foi muito bom! Pegamos muito peixe em uma água muito boa! Éramos seis mergulhadores ao todo e o mergulho durou quatro horas.

As imagens ficaram muito legais!

O link é esse:

http://www.youtube.com/watch?v=WULxJM2sUkc


Abraços e curtam a filmagem!!!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mergulho em Muriú - 03/07/2011

Olá,

Depois de algum tempo, finalmente consegui "cair" na água! Marcamos um mergulho em Muriú, no último domingo, e conseguimos um bom mergulho. Chegamos de 5:30h da madrugada. A maré estava secando quando chegamos no primeiro cabeço (Batente) e as condições estavam muito boas. Correndo pouco e com boa visibilidade, só faltaram os cardumes de peixes! Porém, encontrei em uma fenda um belo exemplar do "Dentão" com 3kg. Meu primo Renato Mendes capturou um belo "Peixe Rei" de 4kg e Tiego fechou a cota com um "Serra" e uma "Bicuda".

Depois de algumas horas partimos para o segundo cabeço, mas as condições marítimas foram piorando. Ainda caímos em mais dois cabeços e não conseguimos mais boas capturas. A correnteza foi aumentando cada vez mais, a chuva apertou e a visibilidade da água diminuiu.

Decidimos voltar perto de 2h da tarde e tivemos que enfrentar um mar brabo até a praia.

Foi um bom dia de pescaria, mas vou esperar melhorar as condições do tempo para mergulhar novamente.

Postei o vídeo da pescaria no youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=PEqleJDDybw

Abraços e água roxa para todos!!!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

"Carreira d'água"


Nesse último sábado, dia 21 de agosto, participei de um mergulho nos “batentes”, partindo da praia Muriú juntamente com meus dois amigos Renato e Tiego. Como há muito tempo a água não fica limpa na costa, decidimos mergulhar em águas mais profundas, na esperança de encontrar qualidades ideais para a prática do mergulho. Embarcamos no “bote” de Bahia e rumamos para o azul, com as expectativas melhores possíveis. Durante todo o dia choveu e com a chuva veio o frio, condição combatida com um bom neoprene. Atualmente utilizo uma roupa de neoprene da mormaii, com espessura de 3.2mm, e estou muito satisfeito com a mesma. Mesmo sobre um bom barco, seguro, amplo e com um motor de três cilindros, demoramos duas horas para chegar ao primeiro “cabeço”, o “cabeço da bicuda”. A água estava linda, “roxa”, como nunca havia presenciado. Mas, mesmo com uma visibilidade de trinta metros, a profundidade de cerca de vinte e dois metros, juntamente com a forte correnteza, dificultaram a pescaria. Nunca estive em águas tão fortes. A “carreira d’água” estava de tal forma que em uma “descida” para o cabeço, reaparecíamos cerca de vinte metros mais distantes. Mesmo assim insistimos. Logo no primeiro mergulho deu para escutar os sons provocados por baleias e esses guinchados me acompanharam por todo o mergulho, fato novo para mim e muito prazeroso. Foi até possível avistar um filhote de baleia pulando sobre a água há certa distância do barco. Sob a água eu vislumbrei uma linda arraia chita, algumas pequenas arraias-de-fogo e uma bela tartaruga se alimentando entre rochas. Não encontramos peixes bons e logo partimos para outro cabeço. Rumamos para o “batentinho” e lá encontramos mais biodiversidade. Um imenso cardume de salemas nos recebeu, além dos peixes reis prateados, dentões sob as pedras, arraias-de-fogo na areia, cardumes de saberés, uma linda “gostosa” que me enganou, pois se parecia muito com uma moréia, pequenas serras, dentre outras espécies. O ambiente estava bastante propício para a caça se não fosse a “carreira d’água” que aumentava com a maré e impossibilitava o mergulho. Tentamos insistentemente caçar, mas fomos limitados pela correnteza, de tal forma que nunca havia presenciado. Explorar a região em torno do barco ficou impossível e a nossa única alternativa foi ficar segurando em uma corda presa ao barco e limitar o mergulho a um único local, acima do cabeço. Resultado da pescaria? Fraca. Apenas o suficiente para o almoço (foto acima), que por sinal estava delicioso. Voltamos muito cansados, mas sem arrependimentos. A busca por uma água perfeita continua. Abraços.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Caça Submarina em Natal/RN: Fernando de Noronha


Antes de iniciar a minha trajetória de caçador em águas mais profundas, tive a oportunidade de mergulhar nas águas límpidas de Fernando de Noronha. Fuji do meu estado, viajei para a ilha de avião e fiquei hospedado em uma pousada domiciliar (a maioria dos moradores transformou suas casas em pequenas pousadas, uma opção mais barata para o turista). Ao lado de minha noiva e de um casal de amigos, passei cinco dias nessa ilha linda e realizei vários mergulhos em suas águas “cristalinas”. Na verdade, a primeira impressão não foi tão boa, pois assim que “caí” na água da Praia do Porto, encontrei uma visibilidade muito baixa e isso me decepcionou. Como todas as águas, sua visibilidade também depende das correntes marítimas, do clima, do vento... Porém, logo encontrei águas mais límpidas e uma variedade de vida marinha que depressa me animaram. Visitei a ilha no inverno e não era a melhor época para se deparar com águas cristalinas, porém tive a oportunidade de ver a ilha com sua vegetação toda verde e também tomar banho em uma linda cachoeira, na Praia do Sancho, que só se forma com as chuvas. Os mergulhos foram melhorando com as dicas dos moradores da ilha. Recomendo a todos o passeio de Barco até a praia do Sancho (foto), onde é realizada uma parada para o mergulho. A profundidade é por volta dos 10 metros e a cor da água é maravilhosa, de um verde claro muito bonito que facilita a visibilidade de peixes, arraias e tartarugas de espécies distintas, dentre inúmeras outras variedades que nunca havia avistado nas águas rasas do litoral do meu estado RN. Também tive a oportunidade de descer a uma profundidade de 10 metros, com a segurança de vários guias e mergulhadores por toda a minha volta. Na minha primeira descida logo percebi que a pressão em meus ouvidos não me possibilitaria chegar ao fundo, mas após uma conversa rápida com um mergulhador, descobri que era preciso descomprimir o ouvido a cada metro para poder chegar ao fundo sem desconforto (ainda abordarei esse tema no meu blog). Pude então descer até o fundo perseguindo uma arraia e vê-la bem de perto, enquanto a mesma tentava se esconder de mim enquanto se enterrava na areia. Foi uma experiência maravilhosa. Mergulhamos ainda na Praia do Atalaia, que possui um ótimo visual, porém o mergulho é fraco (recomendo essa praia para pessoas que nunca mergulharam pois tem águas bem rasas e um leque variado de pequenas espécies); no “Aqua-sub” que é um passeio maravilhoso pelas ilhas secundárias de Fernando de Noronha, no qual o mergulhador é puxado pelo barco, segurando em uma mini-prancha, durante uma hora maravilhosa de encontros com tartarugas, peixes e, se tiver sorte, golfinhos; no naufrágio próximo ao porto, mas a água estava turva e dificultava muito a visibilidade; e também mergulhamos na Baía dos Porcos, onde entrei na praia e nadei com meu primo até os “dois irmãos”, um mergulho com a água cristalina e com uma boa variedade de vida marinha. Tentamos ainda mergulhar na Baía do Sueste, um berçário de tartarugas e tubarões, mas a água estava muito suja e impossibilitou o mergulho. Embora a pesca seja permitida em algumas praias de Fernando de Noronha, o que muito me surpreendeu, a caça-submarina é completamente proibida por lá. Porém, só a chance de vislumbrar sua vida marinha é uma experiência maravilhosa que vale muito a pena conferir.